sexta-feira, 9 de novembro de 2007
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ARQUEOLOGIA PREHISTORICA Y ARTE RUPESTRE
Laboratório de Investigação em Indústrias LÍTICAS
O Laboratório tem o seu programa e objectivos estruturados em articulação com os centros de investigação parceiros:
· Unidade de Quaternário e Pré-História do Centro de Geo - Ciências da Universidade de Coimbra a funcionar em Mação,
· Centro Europeu de Investigação de pré-História do Alto Ribatejo, sediado em Tomar
· Centro de Interpretação de Arqueolgia do Alto Ribatejo
· Centro de Pré-História do Instituto Politécnico de Tomar
e com alguns dos seus projectos de investigação em curso:
As actividades do Laboratório têm uma estreita articulação com o Mestrado em Arqueologia e Arte Rupestre e Doutoramento em Quaternário, Materiais e Culturas, desenvolvendo as suas acções[1] essencialmente no Edifício 2 do Museu de Arte Pré-Histórica de Mação e pontualmente no Centro de Investigação de Arqueologia do Alto Ribatejo em Vila Nova da Barquinha.
Esta articulação com os alunos tem como principais objectivos integrar os alunos nas suas actividades de investigação científica e divulgação dos resultados daí decorrentes, bem como enquadrar e acompanhar aqueles cujos temas de tese seja análise de Materiais Arqueológicos, em particular indústrias líticas e gestão de matérias-primas. Assim o Laboratório está disponível para desenvolver actividades de pesquisa continuada e sistemática com todos os alunos interessados.
Enquadramento e objectivos científicos
Desde meados dos anos 90, no âmbito de projectos de investigação dos quais se destaca o TEMPOAR I e II, que as indústrias líticas do Pleistoceno e holoceno do Alto Ribatejo têm vindo a ser estudadas sob novas perspectivas (estudos geo-arqueológico –Arkeos 4, Tecnológicos (Journal of Iberian Archaeology), experimentais e funcionais – Arkeos 11). Estes estudos não só trouxeram novos dados para a discussão central acerca da transição de economias de caça e recolecção para o agro-pastoralismo, como lançaram as perspectivas de estudo que a linha de investigação de Indústrias líticas deve continuar a aprofundar.
No âmbito destes projectos o estudo das indústrias líticas, na sua esmagadora maioria em quartzite, revela padrões de comportamento específicos que, pelas suas características ditas «expeditas», dificultam a sua associação inequívoca a comunidades de Caçadores-Recolectores ou de Agricultores e Pastores, sugerindo uma relação com o território e seus recursos minerais não muito diferente. Embora se tenha avançado bastante na caracterização tecnotipológica das indústrias do Plestoceno Médio, é necessário que as mais recentes (Holocénicas) sejam analisadas com o mesmo grau de profundidade e metodologias idênticas.
Ao nível dos contextos Pleistocénicos a continuidade de pesquisa do sítio da Ribeira da Atalaia revelou a existência de indústrias no topo do Terraço Q4a (O.I.S. 5 / 90 204 ± 17 776 yBP) cujo estudo nos parece fundamental, uma vez que aquelas provenientes do Q3 (O.I.S. 9 / 302 085 ± 12 635 yBP) são já conhecidas, bem como as de Santa Cita (cerca de 40 000) que nos parecem corresponder mais a um padrão do Musteriense típico. Assim a escavação e análise das indústrias do Q4a permitirá dados fundamentais para a caracterização do comportamento tecnológico no tempo e no espaço no Alto Ribatejo.
Por outro lado a experiência acumulada pela análise destas indústrias, na sua esmagadora maioria em quartzite, tem revelado algum desajustamento das metodologias de estudo que foram estruturadas e aplicadas em matérias-primas distintas[2]. Faltam estudos experimentais de referência, quer ao nível do talhe, quer ao nível das análises funcionais aplicadas aos quartzitos. Não obstante as ocupações pré-históricas desta região se caracterizarem por uma economia de exploração dos recursos minerais maioritariamente local (quartzito e quartzito), em muitos sítios verificamos a presença de outras matérias-primas, provavelmente exógenas. Para melhor compreender as questões de economia e gestão destes recursos é necessário criar uma metodologia de campo e laboratório para a recolha e análise das rochas de forma a constituir uma litoteca especializada de referência.
Em suma, a linha de investigação de indústrias deverá desenvolver metodologias de análise tipológica e tecnológica, constituir de um banco de dados experimentais e funcionais de referência e uma litoteca especializada num primeiro momento nas matérias-primas identificadas na região Alto Ribatejo.
Objectivos e actividades
Dada a articulação da unidade com os projectos de investigação já mencionados os seus objectivos e actividades que adiante apresentamos não se limitam ao domínio especifico do estudo das indústrias líticas, mas antes ao estudo da ocupação humana na região do Alto Ribatejo.
Gerais
| Tema | Objectivo | Meios | Descrição |
| Cartografia | Elaboração de um SIG de todo o território de estudo e se possível do Centro de Portugal | Todas as cartas disponíveis | |
| Prospecção geral | Continuação das prospecções em toda a área de estudo | Geo-referência de todos os sítios |
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| Prospecção especifica | Prospecção detalhada de áreas de maior interesse (por exemplo o Q2, o Q4, zona da ortiga, etc. | Geo-referencia de todos os sítios |
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| Sondagens | Escavação em trincheira | Com Máquinas e ocasionalmente manuais |
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| Escavações | Continuação da RTL, Níveis do Paleolítico da Gruta do Cadaval, outros sítios descobertos na prospecção | | Escavação com Metodologia e máximo de registo adapatada às características do sítio |
| Análises Espaciais de líticos | Distrbuição espacial e estratigráfica e | SIG | |
| Geologia do Quaternário | Análises de Sediemtologia | granulometria, geoquímica | |
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| | Análises paleoambientais | isotopos, micropaleontologia, palinologia, antracologia, etc | |
| Recursos Minerais | Análises de Matéria Prima | petrografia, geoquímica micropaleontologia | |
| Datações Absolutas | | Os aplicáveis no sítios em questão | |
| Website das pesquisas | Divulgação científica e pública | Servidor do Museu de Mação | |
Para as colecções líticas de cada sítio[3]
| Sítio | Proveniência | Cronologia | Tipo de Sítio | Tipo de análise |
| Ribeira da Atalaia | Barquinha | Paleolítico Inferior/Médio e Superior | Ar livre | Estudo tecno-tipológico / Remontagens/Traceologia/Análise de Matérias-primas/Análise espacial/Análise experimental distribuição espacial e correlação com a rede hidrográfica e geomorfologia do território |
| Fonte da Moita | Barquinha | Paleolítico Inferior | Ar livre | Estudo tecno-tipológico / Remontagens/Traceologia/Análise de Matérias-primas/Análise espacial/Análise experimental distribuição espacial e correlação com a rede hidrográfica e geomorfologia do território |
| Santa Cita | Tomar | Paleolítico Médio | Ar livre | Estudo tecno-tipológico / Remontagens/Traceologia/Análise de Matérias-primas/Análise espacial/Análise experimental distribuição espacial e correlação com a rede hidrográfica e geomorfologia do território |
| Bonito | Entroncamento | Paleolítico Inferior | Ar livre | Estudo tecno-tipológico / Remontagens/Traceologia/Análise de Matérias-primas/Análise espacial/Análise experimental distribuição espacial e correlação com a rede hidrográfica e geomorfologia do território |
| Anta da Foz do Rio Frio | Mação | Calcolítico | Monumento Megalítico | Estudo Tecno-tipológico distribuição espacial e correlação com a rede hidrográfica e geomorfologia do território |
| Buraca da Serpe | Mação | Paleolítico Médio (?) | Abrigo | Estudo Tecno-tipológico distribuição espacial e correlação com a rede hidrográfica e geomorfologia do território |
| Vários | Mação | ? | Recolha de Superfície | Estudo Tecno-tipológico/ distribuição espacial e correlação com a rede hidrográfica e geomorfologia do território |
| Casal dos Cucos | Barquinha | Neolítico | Recolha de Superfície | Estudo Tecno-tipológico/ distribuição espacial e correlação com a rede hidrográfica e geomorfologia do território |
| Quinta da Pinheira Grande | Chamusca | Neolítico | Recolha de Superfície | Estudo Tecno-tipológico/ distribuição espacial e correlação com a rede hidrográfica e geomorfologia do território |
| Monte-Pedregoso | Barquinha | Neolítico | Recolha de Superfície | Estudo Tecno-tipológico/ distribuição espacial e correlação com a rede hidrográfica e geomorfologia do território |
[1] O Laboratório tem as suas actividades articuladas em três áreas distintas:
Área de Estudo Tecnológico e Tipológico
Área de Estudos Funcionais e Experimentais
Área de Edição, Pedagogia e Divulgação
[2] Esta discussão foi desenvolvida no Workshop Technological analysis on Quartzite Industries que teve lugar no XV congresso da UISPP em 2006
[3] A completar com mais sítios e colecções
Laboratório de Arte Rupestre
O coordenador deste laboratório será o Director Científico do Museu, Director académico do Metsrado e do Doutoramento Prof. Luiz Oosterbeek. Dentro deste processo serão co-orientadores dete laboratório a professora Mila Simões de Abreu e o Doutor Hipólito Collado. Este laboratório estará a cargo de Guilhermo Munõz, candidato a Doutor em Quaternário, Materiais e Culturas. Será o responsável de organizar a linha de investigação em Arte Rupestre.
A linha de investigação em ARTE RUPESTRE propõe-se no contexto do doutoramento, do Mestrado e na Licenciatura em Arqueologia, como resposta académica de investigação frente ao resultado objectivo do avanço que esta temática tem em distintos grupos de investigação internacionais e como dinâmica própria de desenvolvimento das actividades académico de investigação. O projecto, a largo prazo, é articular os distintos níveis de actividade académica para que os trabalhos de investigação, nas diversas linhas, alimentem a dinâmica de trabalho em cada um dos âmbitos académicos e assim, tenham coerência e dinamismo. A linha de investigação pretende assimilar o desenvolvimento e a reflexão internacional no registo, documentação e fundamentos teóricos do estudo da arte rupestre e com esta perspectiva organizar uma escola de investigadores.
A história critica da investigação da arte rupestre, os fundamentos teóricos e epistemológicos, como os desenvolvimentos técnico-científicos dos últimos 20 anos permitem novos rumos frente aos procedimentos passados e novas rotas de trabalho nos temas que derivam estes. É possível estabelecer agora um trabalho cada vez mais coerente e explicativo e sem dúvida tendencialmente científico para o conhecimento e estudo destas manifestações humanas e na variedade e complexidade histórica das representações das comunidades arcaicas. Pinturas, gravuras, geoglifos, arte móvel.
A história crítica da investigação da Arte Rupestre, os fundamentos teóricos e epistemológicos, assim como os desenvolvimentos técnicos e científicos dos últimos 20 anos permitem novos rumos frente aos procedimentos passados e novas rotas de trabalho nos temas que daí advêm.
Neste momento é possível estabelecer um trabalho cada vez mais coerente e explicativo e sem dúvida tendencialmente científico para o conhecimento e estudo destas manifestações humanas na variedade e complexidade histórica da representação das comunidades arcaicas.
Pinturas, gravuras, geoglifos, arte mobiliária, são agora estudadas com o apoio de uma comunidade acreditada que cada dia está mais atenta às diversas versões que expõem agora os colegas em diferentes meios e ambientes universitários, científicos e culturais.
Existe uma comunidade científica mundial (IFRAO, organização afiliada ao UISPP) dedicada a reunir os diversos grupos de investigação, a regular e discutir técnicas e processos de registo, assim como diversas formas complexas de aceder ao sentido e função cultural. Estas influências têm vindo a ampliar as perspectivas teóricas e práticas em debates, que não desenvolvem apenas as ciências básicas, mas também a reflexão, cada vez mais dedicada nas interpretações. Na actualidade é possível estabelecer intercâmbios com os grupos na América[1], Europa[2], Austrália[3], Ásia[4] e África[5] para dar em cada caso caminhos que vão de encontro à recuperação destes monumentos culturais.
Trabalho de Campo
Serão programadas semanalmente saídas para trabalho de campo. Estas dependerão da dinâmica de estudos dos sítios e dos projectos em curso. A ideia é estabelecer algumas pautas de trabalho de registo, revisão dos sistemas de documentação, exercícios de transcrição, estudos fotográficos de registo, organização dos materiais, digitalizações de trabalhos anteriores produzidos por outros investigadores. Os materiais existentes e os adquiridos na actividade de campo serão processados em distintas linhas de trabalho, tal como base de dados, cartografias e manipulação digital.
A arqueologia constitui o contexto no qual se desenvolvem as actividades académicas que aqui se propõem.
Este amplo contexto supõe que não somente a linha de investigação está enquadrada nesta disciplina, sempre atenta às diversas discussões, perspectivas e pontos de vista que a arqueologia contemporânea possui.
A história e as diversas polémicas serão o ambiente geral do trabalho de investigação, sempre que estas discussões permitirem ter uma dinâmica de contexto, obviamente, das diversas condições que transformam as suas actividades teórico- práticas.
A organização da linha de investigação em arte rupestre no contexto do desenvolvimento académico do Doutoramento em Quaternário, materiais e culturas deve entender-se como uma estrutura de trabalho que se liga com diversos espaços académicos, e estabelece vínculos íntimos com os trabalhos académicos e práticos do Mestrado em Arqueologia Pré-Histórica e Arte Rupestre. São também possíveis algumas derivações deste trabalho conjunto nos ambientes académicos de pós graduação.
Esquema de Articulações
Os temas que aqui se expõem são apenas alguns com os quais se poderiam iniciar o trabalho de laboratório. Futuramente, é possível que alguns se organizem, outros desapareçam e outros se articulem de maneira distinta. Os que aqui são incluídos consideram-se essenciais para dar início ao processo de trabalho e as primeiras intenções de gerar, dentro da linha de investigação, investigadores profissionais no tema.
1-Arqueologia rupestre
Prospecção em áreas desconhecidas, levantamentos e registos[6]
Cartografias regionais e internacionais
Criação de uma base de dados de arte rupestre de Portugal e Internacional
Descrição de alterações e deteriorações das estações rupestres estudadas
2- Arte rupestre experimental (Modelo)
Determinação dos sistemas de realização de petroglifos. (Ferramentas e processos)
Determinação do uso de pigmentos
Estudo dos processos de alteração de gravuras de pinturas
Trabalho digital e descrição de laboratório sobre diversas características
3-Arte rupestre e laboratórios
Estudos de ciências básicas para o estudo dos materiais
Estudos sobre Pedra – Análises de amostras de 1 e 2
Estudos de materiais para pigmentos e deterioração
Estudos de materiais orgânicos que afectam as obras rupestres
4-Publicações e Bibliografia
Ampliação da biblioteca especializada de investigações internacionais de arte rupestre
Resenha bibliográfica dos trabalhos internacionais de arte rupestre
Publicações nacionais e internacionais
Publicação na Arkeos
5-Vestigios rupestres e processos de representação em comunidades agrícolas e cultura Popular.
Estruturas simbólicas e sistemas estéticos
6-História da investigação da arte rupestre (Historiográfica)
Primeiras referências, Arte Rupestre e religião
Tendência Eurocêntrica
História das tipologias
Processos, discussões, categorização e problemática actual
Escolas e características
Estudos regionais e vínculos com a arqueologia
Definição de Cultura derivada dos estudos da Arte Rupestre
7-Processos de Divulgação
Página de Web
Servidor de Coordenação ( Museu de Museus)
Publicação de artigos
Seminários externos à equipa
8-Museu de Museus Mação
Proposta recente que pretende receber no laboratório de arte rupestre documentos gráficos e fotográficos sobre as investigações que realizam outros colegas de outros países. O projecto é incorporado na base de dados e utilizar alguns desses materiais para trabalho pedagógico com os estudantes.
9-Muros na vila de Mação
Realizar um número significativo de muros de arte rupestre em algumas fachadas da vila, com distintas modalidades de arte rupestre, de diferentes países.
INFRA-ESTRUTURA E NECESSIDADES
Espaço para realizar os trabalhos de estudo, seminário e planificar os aspectos teóricos e práticos, relativos à arte rupestre.
TAREFAS
| SÍtio | Actividade | Materiais |
| Laboratório Arte Rupestre | · Organizacão | § Zonas rupestres de Mação (Ocreza, Cobragança, Pego da Rainha, Anta da Foz do Rio Frio) § Outras zonas Nacionais e Internacionais (Museu de Museus) |
| · Digitalizacão e correcção fotográfica | § Mapas, fotos e levantamentos de gravuras e pinturas § Diversas zonas do mundo (Itália, África, América) do material fotográfico de Mila Simoes de Abreu | |
| · Taller fotográfico | § Sistemas de fotografía tradicional e digital | |
| · Taller de leitura | § Capítulos de livros y artigos relacionados com o tema rupestre | |
| · Glossário Visual | § terminología de arte rupestre (Tipos de gravações, tipos de pinturas e gravuras, etc.) | |
| · Fotocópias, Redução e montagem | § Transcrições e fotografias | |
| · Base de dados 1A | § Fichas de registo, mapas ,fotos, transcrições | |
| Biblioteca Museu Maçao | · Revisão e resumos | § Livros, revistas, artigos, catálogos e materiais afins de arte rupestre |
| · Base de dados1B | § Bibliográfica, incluindo uma pequena descrição teórica e número de gráficos e fotografias, sítios assinalados, etc. | |
| Saidas de Campo | · Prospecção e localização |
|
| · Base de dados 1C |
|
Trabalhos de laboratorio adicionais
Listagem dos sítios de arte rupestre a estudar
Fase 1 trabalho de campo
| Sítio | Tipo de manifestação | Tipo de Sítio | Trabalho de campo e laboratório |
| 1. Ocreza 2. Cobragança 3. Pego da Rainha 4. Anta da Foz do Rio Frio | Gravuras Gravuras Pinturas Anta | Ar Livre Abrigo rochoso Megalitico | · Avaliação dos materiais existentes · Levantamento e registo · Ubicación en GPS · Avaliação do estado de conservação · Prospecção de área |
| 1. Escoural 2. Foz Côa | Pinturas Gravuras | Gruta Ar Livre | Visita especial Visita especial Coordenação Mila Simoes de Abreu |
| Cáceres Espanha | Pinturas e Gravuras | Bloques erráticos e grutas | Saída de trabalho especial Coordenação Hipólito Collado |
[1] Siarb- Bolivia, Ciaru – Uruguay, Semarve – Venezuela, Gipri Colombia, Opar- Puerto Rico, entre outras. Organizacões Norte-americanas, centroamericanas e sul-americanas mostram um desenvolvimento desconhecido nos útimos 20 anos..
[2] Centro Camuno de studi prehistorici (Italia), Cooperativa arquelogica le Orme dell’Uomo (Italia), Centro Studi e Museo Civico de Arte Preistorico di Pinerolo (Italia), Instituto de Estudios Prehistóricos (España), Museo de Altamira (España), Instituto Padre Sarmiento (España), Universitat Rovira i Virgili (España), Muséum Nacional d’Histoire Naturelle (Francia), Université de Liège (Bélgica), University of Cambridge (UK), University of Durham (UK), etc.
[3]
[5] Université de Dakar (Senegal), Institut Fundamental d’Afrique Noire (Senegal), Université de Rabat (Marruecos)
[6] Seminário de discussão sobre sistema de registo e discussão internacional
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